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Com gotas em café, golpistas dopavam idosos para fazer empréstimos fraudulentos no RS; cinco foram presos

08/04/2026 09h15

Um grupo é investigado por enganar idosos para contratar empréstimos em nome das vítimas no Rio Grande do Sul.

Segundo a Polícia Civil, os criminosos faziam falsas propostas de renegociação de dívidas para atrair as vítimas.

Depois, eles usavam os documentos dessas pessoas para abrir contas bancárias, fazer empréstimos e realizar compras.

A Delegacia de Polícia de Proteção ao Idoso, em Porto Alegre, já recebeu 19 denúncias, mas a estimativa é que o número de vítimas passe de 400.

Um grupo é investigado por enganar idosos para contratar empréstimos em nome das vítimas no Rio Grande do Sul. Segundo a Polícia Civil, os criminosos faziam falsas propostas de renegociação de dívidas para atraí-las. Depois, usavam os documentos dessas pessoas para abrir contas bancárias, fazer empréstimos e realizar compras.

A polícia apurou, ainda, que os suspeitos dopavam as vítimas.

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A Delegacia de Polícia de Proteção ao Idoso, em Porto Alegre, já recebeu 19 denúncias, mas foram encontrados documentos que comprovam que mais de 400 pessoas foram alvos do golpe.

Documentos foram apreendidos durante a operação policial na manhã desta quarta-feira (8). Até as 7h30, cinco pessoas foram presas. Ao todo, são cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 19 mandados de busca e apreensão em Porto Alegre.

De acordo com a polícia, a quadrilha fazia contato com os idosos por telefone e propunha renegociação de dívidas. Na sequência, os criminosos convenciam as vítimas a irem até uma sede da empresa, na região central da capital gaúcha. Lá, eles tiravam fotos e usavam seus documentos para depois fazer movimentações financeiras, como empréstimos, sem o conhecimento dos idosos.

Conforme a delegada, a investigação começou há cerca de um ano. Em uma primeira fase, foram apreendidos telefones. "Nesses celulares tem as conversas dos criminosos sugerindo as gotas e fazendo piadas: 'Agora cuida porque o velho vai morrer'", relata.

O grupo era liderado por uma mulher, que continuava cometendo os crimes mesmo usando tornozeleira eletrônica.

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