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15/04/2026 08h43
Silvana Germann Aguiar, de 48 anos, desapareceu no dia 24 de janeiro, em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
Um dia depois, 25 de janeiro, os pais dela, Isail Aguiar, de 69 anos, e Dalmira Germann de Aguiar, 70 anos, também sumiram.
O principal suspeito é o policial militar Cristiano Domingues Francisco, que está preso preventivamente.
A polícia aponta que a motivação do crime seria a disputa pela criação do filho do PM com Silvana, além de questões financeiras envolvendo o patrimônio da família Aguiar.
O sangue encontrado na residência de Silvana Germann Aguiar, de 48 anos, desaparecida desde o final de janeiro em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, pertencia a ela e ao pai, Isail Aguiar, de 69 anos, que também está sumido. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.
Silvana e os pais, Isail e Dalmira Germann de Aguiar, 70 anos, não são vistos há 80 dias. No dia 24 de janeiro, Silvana sumiu. Um dia depois, 25 de janeiro, Isail e Dalmira foram vistos pela última vez. Desde então, o caso segue cercado de mistérios e não se tem informações sobre o paradeiro da família.
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O principal suspeito é o policial militar Cristiano Domingues Francisco, que está preso preventivamente.
Os investigadores veem como remotas as chances de encontrá-los com vida. A investigação trata o caso como feminicídio e duplo homicídio. A polícia aponta que a motivação do crime seria a disputa pela criação do filho do PM com Silvana, além de questões financeiras envolvendo o patrimônio da família Aguiar.
No final de março, três pessoas, ligadas ao policial militar, passaram à condição de suspeitas, pois estariam atrapalhando as investigações.
Conforme o delegado, uma parente de Cristiano é investigada por apagar dados em dispositivos eletrônicos e na nuvem (espaço de armazenamento online). Profissional da área de TI, ela é suspeita de fraude processual.
Ainda segundo o delegado, um homem, familiar do PM, teria deletado imagens de câmeras da casa onde mora a mãe de Cristiano. Ele também é suspeito de fraude processual.
Ainda, uma terceira pessoa próxima do PM é investigada por falso testemunho. Segundo o delegado, a pedido de uma familiar de Cristiano, o homem teria mentido em circunstâncias do depoimento, para dar falsos álibis ao principal suspeito.
O advogado de Cristiano, Jeverson Barcellos, diz que segue atuando no caso e acompanhando o cliente. Ele destaca que aguarda a conclusão do inquérito policial para se manifestar.
O g1 montou a linha do tempo que detalha os principais acontecimentos da investigação. Confira:
Antes do sumiço
O fim de semana dos desaparecimentos
Início das investigações
Perícias e prisão
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