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15/04/2026 11h22
Um exame de DNA comprovou que o corpo encontrado no início de março em Major Gercino é da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas.
A conclusão aconteceu após mais de um mês após o corpo ter sido encontrado. Luciani foi achada morta em um córrego no dia 11 de março
Três pessoas, um homem de 27 anos e duas mulheres, de 47 e 30 anos, foram presas suspeitas no envolvimento no latrocínio (roubo seguido de morte).
Um exame de DNA comprovou que o corpo encontrado no início de março em Major Gercino, na Grande Florianópolis, é da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, morta na capital. A conclusão aconteceu após mais de um mês do corpo ter sido encontrado.
A informação foi confirmada pela família da vítima, que agora aguarda a liberação do corpo para poder realizar a cerimônia de despedida. Luciani foi achada morta em um córrego no dia 11 de março.
A corretora de imóveis era natural de Alegrete (RS) e morava sozinha em um apartamento no bairro Santinho, região turística de Florianópolis. Nas redes sociais, se identificava também como administradora de imóveis e turismóloga.
Ela morava sozinha no bairro Santinho, no Norte da Ilha, mas mantinha contato frequente com a família do Rio Grande do Sul por telefone. Inclusive mensagens com erros gramaticais enviadas do celular dela para parentes despertaram o alerta sobre o crime.
Três pessoas, um homem de 27 anos e duas mulheres, de 47 e 30 anos, foram presas suspeitas no envolvimento no latrocínio (roubo seguido de morte). Todos moravam no mesmo conjunto residencial que a vítima, ou seja, um terreno com pequenos prédios de cerca de quatro apartamentos cada.
A mãe do homem preso chegou a ser ouvida como investigada, mas não responde até o momento a nenhum crime, assim com o irmão dele, um adolescente de 14 anos. O rapaz foi encontrado com produtos comprados no nome de Luciani.
Desaparecimento e mensagens confusas
Conforme o delegado Anselmo Cruz, responsável pela investigação, o corpo da corretora foi avistado por moradores no córrego em 9 de março. Dois dias depois, a Polícia Militar foi acionada e o retirou do local.
O investigador afirmou que a motivação do crime envolve o patrimônio da vítima. A suspeita acontece após a polícia identificar compras feitas pelos investigados usando o nome da vítima. Itens como eletrônicos e artigos esportivos foram adquiridos no período após o desaparecimento de Luciani.
A dinâmica e a causa da morte ainda não foram totalmente divulgadas.
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